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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Reunião de pais:

Mensagem:

Nó no lençol!
         Numa reunião de pais numa escola, a professora incentivava o apoio que os pais devem dar aos filhos e pedia-lhes que se mostrassem presentes, o máximo possível… Considerava que, embora a maioria dos pais e mães trabalhasse fora, deveriam arranjar tempo para se dedicar às crianças.
         Mas a professora ficou surpreendida quando um pai se levantou e explicou, humildemente, que não tinha tempo de falar com o filho nem de vê-lo durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo e quando voltava do trabalho era muito tarde e o filho já dormia. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar tanto para garantir o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava compensá-lo indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Mas, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia logo, que o pai tinha estado ali e o tinha beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
        A professora emocionou-se com aquela história e ficou surpreendida quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
         Este fato, faz-nos refletir sobre as muitas maneiras de as pessoas se mostrarem presentes, e de comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó, o que o pai estava a dizer. Simples gestos, como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou a presença indiferente de outros pais. É por essa razão que um beijo cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, ou o medo do escuro… 
        É importante que nos preocupemos com os outros, mas é também importante que os outros o saibam e que o sintam. As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem reconhecer um gesto de amor.Mesmo que esse gesto seja apenas e só, um nó num lençol.
                    (Autor desconhecido)

sábado, 12 de março de 2011




Olá Mestres e Amigos que clicam sempre aqui no Ensinando com ArTe, quero agradecer a presença virtual de cada um aqui no meu blog. E dizer quem nesses 365 dias, tivemos mais de...


E a única coisa que posso dizer é...



Um super beijo!!


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Recomeço - um novo começo


Começamos um novo ano letivo. Mais uma turminha que chega em nossas mãos. Quando olhamos para eles no primeiro dia de aula, pensamos "será que vou gostar dessa turma, como gostava dos meus pequenos do ano anterior?", "Que saudade da minha outra sala".  E poucos dias se passam e já estamos novamente com o coração preenchido pelas novas figurinhas, pelas novas histórias e pelas novas ARTES.

E nesse novo começo cresce a esperança de dias melhores. De termos um mundo melhor, mais justo. Acredito que a ARTE é capaz de sensibilizar, de fazer mais HUMANOS os seres humanos, criando valores e princípios. Por isso me dedico e volto aqui para compartilhar essas ideias com vocês.

Vamos viver a ARTE professores. Ela muda, ela cria e nos torna mais próximos de Deus. Afinal, quer ARTE maior essa que ele criou?




 Para incentivar o nosso começo, o nosso mais novo recomeço. E o recomeço desse blog, compartilho com vocês essa MÚSICA e POESIA de um dos maiores ArTiSTas, POETA e MÚSICO ou MÚSICO e POETA, Oswaldo Montenegro.






Um ótimo ano letivo para todos vocês, MESTRES!










segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

2011


Mestres

Aposto que esse ano será muito mais produtivo e criativo para todos nós.
Prometo trocar muitas ideias e Arte com vocês.

Muitas novidades serão publicadas!

FELIZ 2011 !

 
Obrigada pelo carinho e as visitas!

Beijos

Aline Barcelos

sábado, 5 de junho de 2010




Uma mensagem para reflexão.
Espero que gostem!!!



A Alma dos Diferentes
Artur da Távola

Ah, o diferente, esse ser especial!
Diferente não é quem pretenda ser.
Esse é um imitador do que ainda não foi imitado,
nunca um ser diferente.
Diferente é quem foi dotado
de alguns mais e de alguns menos em hora,
momento e lugar errados para os outros.
Que riem de inveja de não serem assim.
E de medo de não agüentar,
caso um dia venham a ser.
O diferente é um ser sempre
mais próximo da perfeição.
O diferente nunca é um chato.
Mas é sempre confundido
por pessoas menos sensíveis e avisadas.
Supondo encontrar um chato
onde está um diferente,
talentos são rechaçados;
vitórias, adiadas;
esperanças, mortas.
Um diferente medroso, este sim,
acaba transformando-se num chato.
Chato é um diferente que não vingou.
Os diferentes muito inteligentes
percebem porque os outros
não os entendem.
Os diferentes raivosos
acabam tendo razão sozinhos,
contra o mundo inteiro.
Diferente que se preza entende
o porquê de quem o agride.
Se o diferente se mediocrizar,
mergulhará no complexo de inferioridade.
O diferente paga sempre o preço de estar -
mesmo sem querer -
alterando algo, ameaçando rebanhos,
carneiros e pastores.
O diferente suporta e digere a ira do irremediavelmente igual,
a inveja do comum, o ódio do mediano.
O verdadeiro diferente
sabe que nunca tem razão,
mas que está sempre certo.
O diferente começa a sofrer cedo,
já no primário, onde os demais, de mãos dadas,
e até mesmo alguns adultos,
por omissão, se unem para transformar
o que é peculiaridade e potencial
em aleijão e caricatura.
O que é percepção aguçada em:
"Puxa, fulano, como você é complicado".
O que é o embrião de um estilo próprio em:
"Você não está vendo como todo
mundo faz?"
O diferente carrega desde cedo apelidos
e marcações os quais acaba incorporando.
Só os diferentes mais fortes do que o mundo
se transformaram (e se transformam)
nos seus grandes modificadores.
Diferente é o que vê mais longe do que o consenso.
O que sente antes mesmo dos demais
começarem a perceber.
Diferente é o que se emociona
enquanto todos em torno,
agridem e gargalham.
É o que engorda mais um pouco;
chora onde outros xingam;
estuda onde outros burram.
Quer onde outros cansam.
Espera de onde já não vem.
Sonha entre realistas.
Concretiza entre sonhadores.
Fala de leite em reunião de bêbados.
Cria onde o hábito rotiniza.
Sofre onde os outros ganham.
Diferente é o que fica doendo
onde a alegria impera.
Aceita empregos que ninguém supõe.
Perde horas em coisas que
só ele sabe importantes.
Engorda onde não deve.
Diz sempre na hora de calar.
Cala nas horas erradas.
Não desiste de lutar pela harmonia.
Fala de amor no meio da guerra.
Deixa o adversário fazer o gol,
porque gosta mais de jogar do que de ganhar.
Ele aprendeu a superar riso,
deboche, escárnio,
e consciência dolorosa de
que a média é má porque é igual.
Os diferentes aí estão: enfermos, paralíticos, machucados, engordados,
magros demais, inteligentes em excesso,
bons demais para aquele cargo,
excepcionais, narigudos, barrigudos,
joelhudos, de pé grande, de roupas erradas,
cheios de espinhas, de mumunha,
de malícia ou de baba.
Aí estão, doendo e doendo,
mas procurando ser, conseguindo ser,
sendo muito mais.
A alma dos diferentes é feita de uma luz além.
Sua estrela tem moradas deslumbrantes
que eles guardam para os pouco capazes
de os sentir e entender.
Nossas moradas estão
tesouros da ternura humana.
De que só os diferentes são capazes.
Não mexa com o amor de um diferente.
A menos que você seja suficientemente forte
para suportá-lo depois.





sábado, 13 de março de 2010

Ser Professor



er Professor

                                                     
"Quando digo que sou professora, em geral, respondem com um "Ah" tão insípido, que gostaria de dizer:

Em que outra profissão poderias pôr laços no cabelo, fazer penteados inovadores e ver um desfile de moda todas as manhãs?

Onde te diriam todos os dias “És linda”?!!!

Em que outro trabalho te abraçariam para te dizerem o quanto te querem?

Onde serias tão importante que pudesses chegar à estrela do desfile… para lhe limpar os macacos ?!

Em que outro lado te esquecerias das tuas tristezas para atender a tanto joelho esfolado e coração afligido?

Onde receberias mais flores?

Onde mais poderias iniciar na escrita uma mãozinha que, quem sabe, um dia poderá escrever um livro?

Em que outro lugar receberias de presente um sorriso como este?

Em que outro lugar as tuas palavras causariam tanta admiração?

Em que outro sítio te fariam um retrato grátis?

Em que trabalho te receberiam de braços abertos depois de teres faltado 1 dia?

Em que outro sítio derramarias lágrimas por ter que terminar um ano de relações tão felizes?

Sinto-me GRANDE trabalhando com pequenos!


Professora Aline Barcelos